E se o dinheiro não existisse?

e se o dinheiro

Hoje, você é o que sempre quis ser? Dá tempo de mudar ainda? Tá valendo a pena? Já se fez alguma dessas perguntas hoje ou essa semana, esse mês, esse ano?

Do que são feito os seus sonhos? Necessidades, desejos, futuro, ambição? Tudo isso é fruto da sua inocência fruto de cada batida do seu coração? Ou é só uma necessidade mutua de possuir o que se é necessário e mais um pouco? E se o dinheiro não existisse? Você seria tudo isso o que deseja ser?

São muitas perguntas para um mundo que exige tanto de nós, um carro, uma casa própria, alugada não, um carro, joias uma bela carreira e um bom partido. Amor simplesmente não enche barriga, ma se enchesse, você está com quem deseja estar. “Aparência é tudo”, ma se não fosse, você é como gostaria ser. E se carro não definisse uma linha de status, o seu carro, te traz a alegria de dirigi-lo com prazer, aquele mesmo prazer que dirigia quando era um jovem de 18 anos desejando loucamente dirigir pela primeira vez.

E a sua faculdade, a sua profissão, é a mesma de quando você só tinha 10 anos e o céu era o limite e você não pensava no dinheiro só em “ajudar os animaizinhos” ou “curar as pessoas doentes”, você ainda seria um super herói uma super princesa, um super mágico. Você com certeza não é uma daquelas pessoas que diz que o dinheiro te domina, mas tudo na sua vida é baseado na sede incansável de ter estabilidade financeira.

E se o dinheiro não existisse? Quanto tempo você teria para apreciar um momento? Quantos lugares você iria por prazer emocional sem medo de ser julgado, você se olharia diferente no espelho? Faria trilhas um ano inteiro só por puro prazer emociona? Faria faculdade de filosofia, inglês, artes cênicas, faria medicina sem pensar no salário mas sim no próximo. Se você fosse um advogado, um empresário. Se você sentisse saudade de uma pessoa que mora longe. Tudo seria diferente na sua vida emocionalmente? Ou seria tudo exatamente igual?

E se o dinheiro não existisse? Ele ainda “não” domaria você?

E se…

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Não se anule

Mudança de hábito

Existe uma fase da vida gente que tememos a mudança, estamos tão acomodados a uma certa situação confortável, não estamos tão satisfeitos mas a vida da tanta rasteira na gente que decidimos nos acomodar e não procurar por  bagunças. Porém o coração não mente, estamos aptos e confortáveis, mas não estamos felizes só que se arriscar da medo, não é seguro.

Queremos mais bem lá no fundo da alma, no fundo dos sonhos, da mente e ai que admiramos aquele amigo que não tem medo de se arriscar, que largou o emprego estável a casa confortável e foi ganhar a vida lá fora, juntou as tralhas e se mandou. Não temos inveja, admiramos, de vez em quando ficamos imaginando em devaneios no meio do trabalho, da faculdade, como seria ser aquela pessoa, não ter medo, se entregar.

E pra piorar as pessoas a nossa volta sempre tem uma frase relacionada ao fracasso pra nos aconselhar a não mexer no que está bom. Mas está pra quem? Se a vontade sedenta de ser um amigo liberto de insegurança nos persegue como um fantasma, está bom pra quem? Do que será que se trata nossa felicidade, estamos sempre aptos a seguir um modelo e esquecemos de quem somos, somos diferentes, incorrigíveis , mudamos e mudamos de novo, largamos tudo e procuramos por essa sede de ser livres.

Trancamos a faculdade, começamos outra, largamos o emprego, procuramos outro, transformamos o que amamos em trabalho, somos o que somos por dentro e quer saber uma novidade, o mundo vai sempre ter uma desculpa pra te fazer desistir, repensar,  e se acomodar em uma vida fria é covardia com nós mesmos é desconsiderar nossos sonhos de criança, é nos anularmos, só pra poder viver uma vida confortável. Portanto ajuste as calças e siga em frente, não pare no tempo e não se anule, se prove e procure os sonhos dentro de você, não aposente a máquina de sonhos dentro de você, ainda não.